14 julho, 2009

A REALIDADE ACTUAL

1. Muitas crianças chegam à catequese sem um conhecimento mínimo dos princípios que orientam a vida cristã;
2. A indiferença religiosa difunde-se cada vez mais;
3. Aparecem igualmente muitos adultos e jovens com percursos muito variados;
4. A ignorância religiosa continua profunda, apesar de muitos completarem o itinerário catequético;
5. Afastamento da prática dominical parece aumentar, de tal forma que, muitas crianças que frequentam a catequese, não participam na Missa dominical, e chegados ao Crisma, são muitos os que abandonam a prática da Eucaristia.
6. Tendo a catequese a missão de anunciar a Palavra de Deus, a fim de despertar a fé nos catequizandos, verifica-se, no entanto, que estes se encontram cada vez menos predispostos para responder ao anúncio do Evangelho.

CATEQUESE ACTIVA (UMA RESPONSABILIDADE DE TODOS)

Pároco
Compete procurar que a catequese seja, efectivamente, uma actividade prioritária na missão pastoral dedicando-lhe “os melhores recursos de pessoal e de energia, escolhendo e formando pessoas qualificadas” (CT 15); estimular em todos os membros da comunidade a consciência da sua responsabilidade pela missão da catequese.
Família
Exerce uma influência decisiva na educação humana e cristã dos filhos, enriquecendo-os com o património moral e espiritual que vem do cristianismo. Os pais são, pois, chamados a comunicar aos filhos formas de viver que estejam em sintonia com o evangelho. O seu contributo é insubstituível, uma vez que a fé é uma forma de vida que se comunica e não uma doutrina a inculcar. No entanto, verifica-se, hoje, que os pais se têm vindo a afastar da responsabilidade de primeiros e principais educadores na fé. Sendo assim, a comunidade cristã não pode substituir os pais, mas deve colaborar com eles na educação dos filhos.
Catequistas
Ocupam um lugar especial na transmissão da fé, uma vez que, é em nome da comunidade, que estes orientam os vários grupos da catequese. Os catequistas são, na verdade, o rosto e porta-voz da fé da Igreja e testemunhas da experiência de fé das comunidades. Enquanto educadores da fé, os catequistas são o coração das nossas comunidades, iniciando os catequizandos nas várias dimensões da fé: na oração, na celebração da liturgia e no comportamento cristão, a partir da sua própria experiência pessoal de vida cristã. Dada a importância da sua missão – fazer dos catequizandos verdadeiros discípulos de Jesus Cristo.
Concluindo, coordenar é, pois, integrar, dinamizar e incentivar a caminhada da catequese, em harmonia com as opções diocesanas, paroquiais, e segundo as exigências de uma catequese renovada.
CELEBRAÇÕES FESTIVAS DA CATEQUESE

1ºano - "Festa da Família" -30/05/2010
2ºano -"Festa do Pai-nosso" - 21/03/2010
3ºano - "Festa da 1ª Comunhão" - 03/06/2010
4ºano - "Festa da Palavra" - 09/05/2010
5ºano - "Entrega do Credo" - 11/04/2010
6ºano - "Festa da Profissão de Fé" - 13/06/2010
7ºano - "Festa das Bem-aventuranças" - 02/05/2010
8ºano - "Festa da Vida" - 16/05/2010
9ºano - "Festa do Envio" - 23/05/2010
Secretariado Paroquial da Catequese

29 junho, 2009

OS PAIS TAMBÉM CELEBRAM...


Na catequese da infância, são muitas as vezes em que o “Guia do Catequista” prevê que os pais estejam presentes, quer dando o seu testemunho quer participando em catequeses de matriz celebrativa.
Estas catequeses / celebrações são também uma oportunidade de trabalhar e formar cristãmente os pais.

Fica aqui apenas algumas “dicas” (a modo de decálogo) que talvez possam ajudar na hora de celebrar com (a participação dos) pais:

1. As celebrações são basicamente acções participativas; não se trata, portanto, de uma celebração só para as crianças, ou para as crianças e catequistas, mas também para os pais.

2. A participação dos pais numa celebração da catequese não deve ser passiva, de mero espectador; confiem-se aos pais alguma tarefa ou responsabilidade no decurso da celebração.

3. Cada celebração tem um objectivo ou finalidade; todos, os pais incluídos, devem compreender com clareza o alcance e profundidade do (acontecimento ou facto) que se celebra.

4. As celebrações, em catequese, devem ter uma sequência (litúrgica, temática ou pedagógica) coerente e devem iluminar-se umas às outras.

5. As celebrações têm que fazer uma referência clara ao tema de trabalho, manifesto através de símbolos, representações ou outras actividades das crianças.

6. Numa celebração nunca pode faltar a iluminação (leitura ou outra forma) da palavra de Deus, que os pais, catequistas, sacerdote ou catequizandos se encarregarão de proclamar.

7. A oração (e oração comum) deve ocupar também um lugar relevante. Os próprios cânticos deverão manter uma relação directa com o tema, reforçando a actividade orante.

8. É importante que o lugar onde se celebra seja um lugar acolhedor e devidamente preparado para que todos se sintam cómodos. Devem evitar-se os espaços demasiado grandes ou demasiado pequenos, bem como o frio ou calor excessivos.

9. Há celebrações essenciais e, que, como tais, nunca deveriam faltar: o Natal, a Páscoa, a celebração de encerramento ou festa final respectiva.

10. As celebrações, em catequese, devem ter sempre um tom pedagógico, sobretudo a partir dos sinais, devem ser atractivas, ágeis, alegres e não demasiado longas

D. MANUEL LINDA - NOVO BISPO AUXILIAR DE BRAGA



Bento XVI nomeou este Sábado como bispo auxiliar da diocese de Braga, com o título de Case Mediane, o Pe. Manuel Linda, reitor do Seminário de Vila Real, Vigário Episcopal para a Cultura e Coordenador da Pastoral da diocese de Vila Real.Nascido a 15/04/1956 na Freguesia de Paus, Concelho de Resende, Distrito de Viseu, Diocese de Lamego. Frequentou os Seminário Menor (Resende) e Maior (Lamego) da Diocese de Lamego, bem como o Instituto de Ciência Humanas e Teológicas (Porto), já como aluno da Diocese de Vila Real. Recebeu a Ordenação Presbiteral a 10 de Junho de 1981.Na carta enviada a D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, e à diocese para onde irá exercer o seu múnus episcopal, D. Manuel Linda agradece a confiança depositada nele e "espero não defraudar". Em declarações à Agência ECCLESIA realça que "não é de ânimo leve que se assume uma tarefa destas porque é uma missão que supõe muitas forças".Assume-se como homem de estudo e de presença na sociedade. "Procuro conciliar as duas coisas" - realça. Tem uma relação privilegiada com a juventude porque "Deus colocou-me sempre em ligação com os jovens" - salientou.
Na carta enviada aos bispos de Vila Real - D. Joaquim Gonçalves e D. Amândio Tomás - reconhece que tem "dois amores especialíssimos: um, é a Universidade Católica; o outro, o Seminário de Vila Real".Em declarações à Agência ECCLESIA, D. Manuel Linda sublinha que se os padres e os bispos começarem - a partir do centro - a "fazerem homens livres, a sociedade será de gente livre". E acrescenta: "estou convencido que todos os padres e bispos são os fazedores da libertação interior".

16 junho, 2009

DIA DA DIOCESE - MURÇA - 7 DE JUNHO 2009

O nosso obrigado!


Que Deus vos recompense!

Na vida é preciso sonhar!
Nós, os sacerdotes do Arciprestado Douro II, há uns meses atrás também sonhámos. Sonhámos com um Dia da Diocese diferente. Com amor fomos passando esse sonho para o papel e progressivamente para a realidade. Do sonho, reparámos que nem tudo era possível, realmente. Quantas vezes voltámos atrás e sonhámos de novo! Foi necessário pôr outros a sonhar… envolver… motivar… Não foi difícil, porque Ele fez o resto!
Em Murça, no passado dia 7 de Junho, estiveram entre quatro a cinco mil pessoas e seguiram a eucaristia online 274. Mas os números pouco dizem. Diz mais o sorriso estampado em cada rosto, o desabafo de quem se sente em casa ou na sua própria terra, ou a lágrima caída de um coração que sente o que não consegue dizer. Por isso, para muitos, o que se viveu em Murça é indizível. Foi uma experiência de comunhão que talvez só em Igreja se consegue viver!
Tudo foi possível graças a muitas pessoas. Sim, porque mesmo as Instituições são formadas por pessoas. E só Deus sabe, o quanto cada um contribuíu.
A cada homem e a cada mulher que connosco se atreveu a sonhar… a nossa profunda gratidão. Queremos dizer-vos que na Fé, Esperança e Caridade, continuamos a sonhar convosco, traçando o caminho da história, na qual a Igreja se constrói.
Os Padres do Arciprestado Douro II